Faltam menos de três semanas para o segundo turno, e cada conversa, cada voto e cada ação nas ruas vai pesar no resultado

É chegada a hora da virada. No dia 25 de outubro, o Brasil escolhe entre dois caminhos opostos: de um lado, a democracia, a soberania nacional e o avanço dos direitos do povo brasileiro; do outro, o autoritarismo, a submissão aos interesses de fora e o retrocesso. E a missão agora é uma só: encontrar cada um dos votos que ainda estão em jogo.

Os números mostram o tamanho da tarefa. Mais de 33 milhões de eleitoras e eleitores ficaram em casa no primeiro turno, e outros 9 milhões votaram em candidaturas que não chegaram ao segundo turno. São votos que estão espalhados por todo o país, em casas, bairros e famílias que você conhece, e a nossa tarefa central agora é conquistar cada um deles.

Que Brasil nós queremos

Salário digno, SUS fortalecido, escola pública de qualidade, mulheres vivendo sem violência, Pé-de-Meia garantindo que jovens continuem estudando, democracia e soberania nacional. São conquistas de um governo que teve a coragem de enfrentar as bets e colocar fim à escala 6×1, e que não podem ser interrompidas. A alternativa é a volta de um tempo recente que o país não quer repetir, com o Mapa da Fome de novo no noticiário e famílias de volta à fila do osso.

  1. Mobilização todos os dias, sem pausa

Faltam poucas semanas até o dia 25, e cada uma conta. É mobilização permanente, todos os dias, em todos os territórios.

  1. Ir atrás de quem não votou

Encontrar os mais de 33 milhões que não foram às urnas no primeiro turno é prioridade. Quem não votou no primeiro turno pode votar normalmente no segundo, e esse é um dos maiores reservatórios de votos da eleição.

  1. Quem votou diferente não é inimigo

Ninguém muda de voto sendo atacado. A conversa precisa ser com respeito, sem hostilizar quem apoiou outro candidato no primeiro turno. A tarefa é persuadir, não brigar.

  1. Foco na vovó e no vovô

Pessoas com 60 e 70 anos ou mais merecem atenção especial, inclusive porque o voto é facultativo para quem tem 70+ e precisa de incentivo para ir às urnas. A lembrança de como era a vida antes de 2003, somada a conquistas como a aposentadoria com aumento real, a Farmácia Popular e o SUS, é um argumento forte com esse público. E não basta convencer: é importante acompanhar essas pessoas no dia da votação.

  1. Não sabe por onde começar a conversa? Comece ouvindo

Quem ainda se sente inseguro para engajar o debate deve começar escutando o outro antes de falar. Temas do dia a dia, como o preço do arroz, o imposto zero na cesta básica e a defesa de salário justo, abrem portas. E o contraste é real: no governo Bolsonaro, o salário mínimo passou quatro anos sem nenhum aumento real, e com Flávio Bolsonaro o fim da escala 6×1 corre o risco de nunca saber do papel.

  1. O melhor argumento é o resultado concreto

Cinco conquistas que resumem o que está em jogo:

  • Salário mínimo com aumento real
  • Farmácia Popular com remédio de graça
  • Pé-de-Meia para manter jovens na escola
  • Isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil
  • Igualdade salarial e proteção às mulheres

São fatos, não promessas. E são o contraponto direto a quem tenta vencer a eleição só com ataque e mentira.

  1. Corpo a corpo, começando pelos vizinhos

A conversa mais eficiente é a mais próxima: vizinhos, familiares, colegas de trabalho. É o corpo a corpo que decide eleição.

  1. Bora Lula: dias nacionais de mobilização nas ruas

Os dias 11 e 18 de outubro são dias nacionais de mobilização em todo o país, com panfletagens, feiras, caminhadas, carreatas, buzinaços, bicicletaços, adesivaços e bandeiraços. Todo comitê e toda ação precisam ser cadastrados em http://comitepopular.org.br/divulgue-seu-evento – porque todo ato precisa ser visto.

  1. Dobrando o voto: cada um traz pelo menos mais um

A meta é individual e concreta: faça uma lista de três nomes de pessoas que você pode convencer e garanta pelo menos um voto novo até o dia 25.

10. Junte a galera

Organize amigos, família e colegas de trabalho, e leve essas pessoas até o comitê mais próximo de você.

11. Disputar também nas redes

Siga as contas do Comitê de Lula, do PT Brasil e do Pode Espalhar, grave um vídeo curto contando por que você vota Lula e crie grupos de WhatsApp para espalhar informação de verdade.

12. Enfrentar a mentira com informação

A mentira faz parte do roteiro de campanha de Flávio Bolsonaro. Denuncie e desmonte informações falsas sempre que aparecerem, e leve qualquer ataque mais grave, como ataques às urnas, diretamente aos canais oficiais do TSE.

13. Dia 25: votar e fiscalizar

No dia da votação, leve documento com foto ou e-Título. As urnas funcionam das 8h às 17h no horário de Brasília. Vale confirmar a gratuidade do transporte público no seu município e, para quem quiser ir além, há inscrição aberta para atuar como fiscal de urna.

Datas que contam

  • Todo dia: mobilização permanente
  • 11 de outubro: dia nacional de mobilização
  • 18 de outubro: dia nacional de mobilização
  • 25 de outubro: segundo turno, votar e fiscalizar, das 8h às 17h (horário de Brasília)

Agora é com cada um de nós. Cada conversa, cada voto e cada pessoa que você trouxer para essa disputa ajuda a garantir a vitória do Brasil e a reeleição do presidente Lula no dia 25. É Lula, é 13!

Como participar

Acompanhe a mobilização do segundo turno nas redes do Comitê Lula Presidente 13 (@comitelula13) e no site http://comitepopular.org.br .