No dia 25 de outubro, o Brasil volta às urnas para escolher entre dois projetos de país. A eleição está aberta, e a decisão depende de quem decidir comparecer. Este texto é um convite à conversa: sobre onde nós estamos, o que construímos até aqui e por que este é um momento em que o país não pode andar para trás.

Onde estamos

O segundo turno começa do zero. No primeiro turno, a diferença entre os dois candidatos foi de cerca de 2 milhões e 200 mil votos. Quase 6 milhões de pessoas votaram em branco ou anularam, mais que o dobro dessa diferença, e 33 milhões e 400 mil não compareceram, a maior ausência desde 1998.

Esses números dizem uma coisa simples: uma eleição assim se decide por quem vai votar. Segundo o TSE, o voto em branco e o nulo não são transferidos para nenhum candidato e ficam fora da conta. Quem não vota, ou anula, deixa que outras pessoas decidam por ele.

O caminho que nós percorremos

Em 2022, o Brasil elegeu seu presidente na disputa mais apertada desde a redemocratização, com pouco mais de 2 milhões de votos de vantagem. Poucos meses depois, em 8 de janeiro de 2023, as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas por quem não aceitava o resultado das urnas. A democracia brasileira foi testada e resistiu, defendida por instituições e pela sociedade.

De lá para cá, o país reconstruiu coisas que pareciam distantes. O Brasil havia voltado ao Mapa da Fome da ONU no triênio 2018/2020, e em 2025 a ONU confirmou que saiu de novo. O desemprego caiu para 5,3%, o menor para o período desde 2012, e mais de 103 milhões de pessoas estão trabalhando, o maior número já registrado, segundo o IBGE. A renda média chegou a R$ 3.777, 3,7% a mais que um ano antes. Quem ganha até R$ 5 mil por mês passou a ficar isento de Imposto de Renda, o que, segundo o governo, beneficia cerca de 15 milhões de pessoas.

Nada disso foi acaso. Foi resultado de decisões e do voto de milhões de brasileiros. E, justamente por isso, pode ser desfeito.

Um país que não pode retroceder

Direitos e conquistas não ficam garantidos para sempre. O Brasil já viu a fome voltar depois de ter saído do mapa e já viu a democracia ser atacada. Cada passo atrás custa caro, e quem paga é quem mais precisa. O presidente Lula resumiu isso na ONU:

“Mudar não é retroceder. Não é subtrair direitos.”

O que está em jogo no dia 25 é a continuidade e o avanço de um projeto. A proposta que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada de 44 para 40 horas por semana, sem cortar salário, já passou pela Câmara e por uma comissão do Senado, e a votação final deve ficar para depois da eleição. Também estão em jogo a soberania sobre as nossas riquezas, como minerais críticos e terras raras, que Lula defendeu na ONU que gerem emprego e tecnologia dentro do país, e o respeito à vontade do povo nas urnas.

O que o seu voto decide

O segundo turno reduz a escolha a dois projetos de país, e cada um deles aponta um caminho diferente para o emprego, a renda, a democracia e a soberania. Quem comparece define o resultado, e esse resultado impacta a todos, inclusive quem não votou.

Para quem votou em outros candidatos no primeiro turno, o segundo turno abre uma nova decisão. Cerca de 9 milhões de pessoas escolheram nomes que não chegaram ao segundo turno, mais de quatro vezes a diferença entre os dois que seguem na disputa. Essa é a chance de comparar de perto o que cada projeto propõe e já entregou, com dados e fontes confiáveis.

E para quem votou em branco ou não votou no dia 4, o segundo turno no dia 25 é uma nova chance de decidir.

Como participar do Virar Voto

Vira Voto é conversa, não é discussão. Muita gente chega ao segundo turno com dúvida, cansaço ou preocupação, e quem mais consegue ser ouvido nessa hora é alguém próximo: um familiar, uma amiga, um colega de trabalho, um vizinho.

Por isso, escolha uma pessoa em quem você confia e que ainda está decidindo, e comece perguntando o que mais pesa na escolha dela.escute até o fim e leve dados com fonte. Respeite o tempo de cada um, porque ninguém muda de ideia em meio a brigas. Se a pessoa aceitar, combinem de ir votar juntos no dia 25.

Converse com uma pessoa hoje

Para ter as propostas completas em mãos, acesse lula.com.br.

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Todos juntos virando voto por um Brasil com Lula 13!

Dados: TSE, IBGE e FAO/ONU.