O Brasil já saiu do Mapa da Fome da ONU duas vezes com o presidente Lula: em 2014 e, de novo, em 2025. Isso aconteceu porque um governo reconstruiu, política por política, uma rede inteira de proteção social que havia sido desmontada. É essa mesma disposição que está em jogo agora, na reta final da campanha pela reeleição do presidente Lula.

Dois caminhos, dois resultados

Entre 2020 e 2022, o Brasil viveu a fase mais crítica de fome de sua história recente: 17,9 milhões de pessoas em insegurança alimentar severa, o maior número já registrado pela escala da ONU. Foi o país das imagens que chocaram o mundo, gente disputando ossos e restos de caminhão de lixo para conseguir comer.

De lá para cá, o caminho se inverteu. Entre 2023 e 2025, já sob o governo Lula, 16,7 milhões de pessoas deixaram a condição de insegurança alimentar severa. Segundo o relatório da FAO divulgado em julho deste ano, o índice de insegurança alimentar severa no Brasil caiu para 0,6%, o menor patamar de toda a série histórica, uma queda de mais de 91% em relação aos triênios anteriores.

O trabalho não terminou

Mesmo com esse avanço, o desafio segue grande: 21,1% dos brasileiros ainda não têm renda para pagar por uma dieta saudável. E o problema não para na fome que se vê. Doenças causadas pela má alimentação já são a principal causa de morte evitável no país. Comida de verdade também é questão de saúde pública, não só de estômago cheio.

A fome tem raiz, e essa raiz é desigualdade

A fome no Brasil não é distribuída de forma igual entre todo mundo. Racismo e machismo estão entre as desigualdades que mais empurram famílias para a insegurança alimentar, atingindo com mais força lares chefiados por mulheres negras. Por isso, combater a fome é também combater essas desigualdades: não existe soberania alimentar sem enfrentar quem paga o preço mais alto por não ter comida na mesa.

Uma prioridade de Estado, não um favor de governo

“A fome é inimiga da democracia e da paz.”,  presidente Lula

Para o governo Lula, alimentação é tratada como direito, e combater a fome é compromisso político, não gesto pontual. Programas como Bolsa Família, Gás do Povo e a retomada da agricultura familiar voltaram a garantir renda e comida na mesa de milhões de famílias. É essa diferença de método que explica por que o Brasil conseguiu sair do Mapa da Fome de novo em apenas dois anos de governo.

A conquista que precisa ser defendida todos os dias

O compromisso com a soberania alimentar não termina quando a fome desaparece das estatísticas. É proteger, todos os dias, o que já foi conquistado, para que nenhuma família brasileira volte a passar por isso. Garantir comida na mesa é garantir dignidade, cidadania e segurança para quem trabalha e constrói esse país.

Vencer a fome duas vezes não significa que ela não pode voltar. Significa que sabemos exatamente o que fazer para que ela não volte, e que isso exige compromisso renovado a cada mandato, por isso a luta continua. Com Lula, essa luta segue sendo prioridade de Estado. É 13. 

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